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22 de agosto de 2013

O que é de Deus não se perde



Gostaria de compartilhar a inspiração que tive ao estudar o seguinte trecho do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy:

“Se a ilusão disser: ‘perdi a memória’, contradize-a. Nenhuma faculdade da Mente se perde” (p. 407).

Percebi que não é comum ouvirmos a afirmação: “perdi a memória”, mas é muito comum falarmos ou ouvirmos a declaração similar: “esqueci”. Então, podemos utilizar esse trecho assim: “Se a ilusão disser: ‘esqueci’, contradize-a. Nenhuma faculdade da Mente se perde”.

A memória é uma das faculdades da Mente divina, e nós refletimos por completo essa Mente. Não há um aspecto dela que não manifestamos integralmente, pois somos a imagem e semelhança de Deus. Lembrando dessa verdade nós podemos rejeitar a crença de que esquecemos algo importante, ou de que nossa memória possa ser falha ou limitada. Deus sabe tudo e lembra de tudo o que é real. Por sermos o reflexo de Deus, por sermos unidos a Deus, nós também refletimos essa capacidade. Nada pode nos tirar isso. Nada pode tirar de nós uma capacidade que Deus nos deu. A capacidade de lembrar o que precisamos lembrar.


Também gosto desse trecho porque ele refuta a crença de que envelhecemos e perdemos algumas faculdades.  A passagem pode se desdobrar em várias outras similares, como por exemplo: “Se a ilusão disser: ‘perdi o entusiasmo’, ou ‘perdi o vigor’, ‘perdi a saúde’, ‘perdi o equilíbrio’, ‘perdi o domínio sobre o corpo’, contradize-a. Nenhuma faculdade da Mente se perde.” Nosso verdadeiro ser não envelhece porque Deus não envelhece, e é nEle que temos o nosso ser. Todas as vibrantes qualidades de Deus são nossas também, para sempre. A saúde, a vitalidade, a força e a inteligência que Deus nos deu jamais diminuem ou se perdem. São qualidades eternas de Deus, refletidas eternamente por nós.

Podemos inclusive aplicar esse trecho para vencer muitas outras crenças.
“Se a ilusão disser: ‘perdi o suprimento’, contradize-a. Nada que é concedido por Deus, o infinito sustentador, se perde.”
“Se a ilusão disser: ‘perdi a paz’, contradize-a. Nenhuma benção concedida por Deus se perde.”
“Se a ilusão disser: ‘perdi o afeto por tal pessoa’, contradize-a. Nenhuma faculdade do Amor se perde.”

Se achamos que perdemos algo, podemos orar com essas verdades para superar a ilusão de perda e compreender que tudo o que Deus nos dá jamais pode se perder.

15 de julho de 2013

A Regra da Harmonia Perpétua



Acredita-se que a harmonia e a saúde sejam entremeadas por períodos de doença e desarmonia. Também acredita-se que, a partir de certa idade, a saúde e o vigor entrem em um processo de declínio.

Isso é o que muitas pessoas acreditam como sendo verdade. Mas o que é que Deus sabe sobre isso? Por acaso o Deus Todo-Harmonioso sofre períodos de desarmonia? Será que a passagem do tempo afeta de alguma maneira a harmonia de Deus? É claro que não. E como o homem é feito à imagem e semelhança de Deus, o que é verdade para Deus também é verdade para o homem. Como reflexo de Deus, o homem e a mulher têm o direito e o privilégio de desfrutar da harmonia plena, livre de doenças ou de declínio.

Na página 381 do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy escreve: “Exilemos a doença como a um proscrito e atenhamo-nos à regra da harmonia perpétua — a lei de Deus.” Estudando esse trecho podemos entender que a regra de Deus não é a suposta regra da harmonia intermitente, nem a falsa regra da harmonia declinante. Deus, com todo o Seu amor infinito por nós, estabeleceu a “regra da harmonia perpétua”, e essa é a “lei de Deus”, uma lei que nada nem ninguém pode revogar. Estamos todos sujeitos a essa lei da harmonia.

O trecho citado acima continua assim: “Assiste ao homem o direito moral de anular uma sentença injusta, sentença que jamais foi imposta pela autoridade divina.” Então, se parece que fomos sentenciados a ficar doentes, ou a envelhecer, temos “o direito moral de anular” essa “sentença injusta”, pois não estamos sujeitos às crenças do homens, erroneamente chamadas de leis. Estamos sujeitos unicamente a Deus e à Sua lei, ou seja, à regra da harmonia perpétua. Podemos confiar e nos regozijar nisso.