24 de junho de 2016

Atirar pensamentos de amor


Quando lhe trouxeram uma mulher surpreendida em adultério, Jesus disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (João 8:7). Esse conselho de Jesus continua tão atual hoje como naquela época. Nós não costumamos mais atirar pedras físicas em pessoas, mas é muito comum atirarmos pedras mentais. Críticas, reclamações, xingamentos, pensamentos ou palavras de raiva e ódio são como pedras mentais que jogamos nos outros. E elas machucam! A eles e a nós.

Quem atira as pedras talvez se machuque mais do que quem as recebe. Isso porque, na maioria das vezes, nós criticamos, xingamos e odiamos em segredo. O outro nem sabe que alguém está lhe atirando pedras mentais. Mas quem atira sabe, e é prejudicado por isso, pois ele perde uma oportunidade de perdoar, como gostaria de ser perdoado, de amar como gostaria de ser amado. Ele perde uma preciosa oportunidade de ver por trás das aparências, de enxergar o filho de Deus, o homem perfeito, ali mesmo onde parece estar o homem mortal e pecador. Jesus fazia isso, e “esse modo correto de ver o homem curava os doentes” e corrigia os pecadores (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p.476-477).

Então, quando alguém faz algo de errado, em vez de atirarmos pensamentos de crítica, condenação e ódio, que tal lhe dirigirmos pensamentos de perdão, compaixão e amor! É isso que gostamos de receber quando nós erramos. Então por que não dar aos outros o que gostaríamos de receber? Isso é ser “rico em perdoar” (Isaías 55:7). Isso é amar “o próximo como a ti mesmo” (Marcos 12:31). Ao fazermos isso, estaremos contribuindo para o progresso da pessoa que errou e para o nosso progresso. Estaremos de fato contribuindo para um mundo melhor!


15 de junho de 2016

Todos trabalham juntos para o bem


Outro dia eu escutei um testemunho de uma Cientista Cristã americana, em que ela relatava que teve um problema físico aparentemente causado por parasitas no corpo dela. Ao orar pela situação, ela se perguntou: O que são parasitas? São seres que pegam algo de outros sem dar nada em troca. Ela se lembrou de um trecho da Bíblia, em Romanos 8:28, que diz: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Em inglês este trecho diz “todas as coisas trabalham juntas para o bem”. Então ela pensou que no Reino de Deus não há parasitas, não há microrganismos que podem tirar nossa saúde sem nos dar nada em troca. Toda a criação de Deus trabalha junta para o bem de toda a criação. Ela continuou orando, seguindo essa linha de pensamento, e ficou curada.

Quando ouvi esse testemunho, eu pensei que a gente pode usar esta mesma verdade espiritual para orar pelo nosso país. Afinal, parece que há muitas pessoas que parasitam nosso país. Políticos e funcionários públicos que não trabalham ou trabalham pouco, mas ganham salários altíssimos. Ou seja, parece que eles roubam as riquezas de nosso país dando pouco ou nada em troca.

Nós podemos orar, reconhecendo que no Reino de Deus não há parasitas. Nenhum filho de Deus está aqui para não fazer nada, ou para sugar os outros. Deus só criou filhos úteis, ativos, honestos e amorosos. Cada filho de Deus tem um propósito maravilhoso a cumprir. Todos trabalham juntos para o bem universal. Cada um de nós é importante. Deus nos emprega, Deus utiliza a cada um de nós para o bem, aproveitando nossos talentos e qualidades que refletimos de Deus, para contribuir para o bem de todos. Esta é uma verdade espiritual poderosa, na qual podemos fundamentar nossas orações pelo progresso do país e do mundo.


7 de novembro de 2015

Amar com Amor divino

Apesar de não ter filhos, eu gosto muito de crianças. Tenho muita amizade com uma família da igreja que tem dois filhos. De vez em quando, costumo levar essas crianças para passear no parque ou no cinema. Porém, eu notava que, ao final do passeio, quase sempre eu me sentia esgotado. E, quando entregava as crianças de volta para a mãe delas, eu me sentia aliviado. As crianças pareciam demandar tanto da minha atenção, que não aguentava ficar muito tempo com elas.

Certo domingo, eu tinha planejado sair de novo com essas crianças. Pela manhã, estudando a Lição Bíblica, eu fiquei pensando no primeiro mandamento: “Não terás outros deuses diante de Mim” (Êxodo 20:3). Como sei que Deus é Amor, eu substituí a palavra “deuses” pela palavra “amores”. E afirmei: Eu não posso ter outros amores além do Amor, que é Deus. Pensei que eu não devia amar aquelas crianças com um amor humano, pessoal, limitado. Pois esse amor humano se esgota facilmente. Eu devia amá-las com o Amor divino, que é espiritual, impessoal e infinito. Esse Amor é inesgotável, nunca se cansa de amar. E eu sou a expressão infinita desse Amor infinito. Essa maneira de pensar me trouxe paz.

De tarde, eu levei as crianças para passear. Percebi que estava muito mais carinhoso e paciente com elas do que anteriormente. O passeio foi muito divertido e, ao deixá-las em casa, percebi que não estava nem um pouco cansado delas. Eu as tinha amado, não com um amor que vinha de mim, mas com o amor que vem de Deus, refletindo o Amor que é Deus. Assim pude perceber claramente a diferença entre amar com amor humano e amar com o Amor divino, que é infinito, Todo-Amoroso. É uma benção maravilhosa amar com esse Amor.