29 de julho de 2013

Sê tu uma bênção!

"Para os que se apóiam no infinito sustentador, o dia de hoje está repleto de bênçãos." (Mary Baker Eddy, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, vii)

Baseados em uma crença de carência, quantas vezes acalentamos em nosso pensamento o desejo de receber bênçãos? Seja na forma de afeto, suprimento, propósito, inserção profissional, saúde, etc. Não é raro que esses desejos passem a ser o motor de nossas orações, transformando-as em verdadeiras listas de demandas para Deus.

Alguns anos atrás, passei por um período de transição profissional no qual as coisas simplesmente pareciam “não acontecer”. Mesmo orando com afinco, passaram-se meses repletos de entrevistas, mas sem que houvessem desdobramentos de propostas de trabalho concretas.

Nesse momento, percebi que tinha mais algumas lições a aprender a respeito da oração. Foi então que, certa noite, ao abrir a Bíblia no livro de Gênesis, tive um “clique” em meu pensamento! A passagem que chamou minha atenção relata como Abraão, ao deixar a casa de sua família e partir para uma terra distante, recebe uma mensagem imperativa da parte de Deus: “Sê tu uma bênção!” (Gênesis 12: 2)

Essa curta frase falou-me diretamente ao coração. Nesse momento, dei-me conta de que durante todos aqueles meses eu tinha esperado que Deus primeiramente me inserisse profissionalmente em alguma instituição, para que eu então pudesse começar a abençoar meu ambiente profissional. Isto é, baseado em uma crença de carência, o meu foco estava em receber uma benção – na forma de inserção profissional – para só então passar a abençoar.
Humanamente esse raciocínio parecia ser perfeitamente lógico. Mas a lógica humana não é a lógica divina! A lógica divina parte da abundância infinita do bem, de nossa união inquebrantável com Deus, a fonte absoluta e irrestrita de todo o suprimento e propósito.

Dentro dessa lógica, naquele exato momento, eu já era uma bênção, independentemente das circunstâncias humanas relacionadas à minha inserção profissional.

Dei-me conta de que a coisa mais valiosa que eu poderia oferecer para aquelas instituições era o meu pensamento elevado, a minha espiritualidade, e isso era totalmente independente de um emprego formal em um daqueles locais. Ou seja, percebi que naquele exato momento, por meio de minhas orações, eu poderia ser uma bênção para todas aquelas instituições onde havia sido entrevistada. 

E foi isso o que fiz. Orei com o objetivo de enxergar as pessoas com quem havia tido contato e o trabalho realizado por elas, de uma perspectiva espiritual. Uma grande paz tomou conta de meu pensamento. Tive a certeza da presença de Deus e do seu amor incondicional a orientar cada projeto realizado por aquelas instituições. E o mais interessante foi que, após orar dessa maneira, passei a me sentir totalmente incluída, completa, suprida, plena de propósito, mesmo não tendo nenhuma proposta concreta de trabalho. Fui dormir com a certeza de que, naquele dia, eu havia cumprido a minha “jornada de trabalho” com sucesso. Sim, por meio de minhas orações eu havia sido uma bênção!

No dia seguinte eu não me surpreendi quando recebi um telefonema do proprietário de uma das instituições me convidando para começar a trabalhar, naquela mesma semana, em um de seus projetos.

Ser uma bênção não significa dar sem receber. Ser uma benção significa que nós só podemos dar aquilo que já temos. Enquanto a ideia de receber bênçãos está muitas vezes associada à uma noção imperfeita de nossa relação com Deus, reconhecer que já somos uma bênção significa afirmar nossa completude. Todas as bênçãos que parecem decorrer do nosso ato de abençoar – assim como no caso de minha inserção profissional – são simplesmente desdobramentos daquilo que nós já somos, como reflexos do Bem infinito.

Como ideias intrínsecamente unidas ao nosso Criador, não nos resta outra escolha: nós só podemos ser uma bênção! E então, qual é a perspectiva que você irá adotar hoje em suas orações? Receber ou ser uma bênção?

19 de julho de 2013

O que Deus faz por nós?



Mary Baker Eddy escreve no livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras que a missão de Jesus foi “revelar a Ciência do ser celeste, provar o que Deus é, e o que Ele faz pelo homem” (p.26).

Sempre que leio esse trecho fico com duas perguntas no pensamento:  O que Deus é? O que Ele faz pelo homem? Daí tento responder a essas perguntas de acordo com a compreensão que tenho de Deus através do estudo da Ciência Cristã.

O que Deus é? Deus é a Mente. O que a Mente faz pelo homem? A Mente nos dá inteligência, sabedoria, força... A Mente divina é a fonte infinita dessas qualidades. Ela nos dá todas as ideias e a inspiração que necessitamos em nosso dia-a-dia. Estamos todos sob a direção infalível da Mente divina, que sabe tudo, e nos ensina tudo o que precisamos saber. “E serão todos ensinados por Deus” (João 6:45). Eis alguns trechos de Ciência e Saúde que falam da atividade da Mente: “...essa Mente única brilha por sua própria luz e governa o universo, inclusive o homem, em perfeita harmonia” (p.510). “A Mente divina sustenta a sublimidade, a magnitude e a infinidade da criação espiritual” (p.511). “...a Mente divina produz no homem saúde, harmonia e imortalidade” (p.380).

O que Deus é? Deus é o Espírito. O que o Espírito faz pelo homem? O Espírito se manifesta em espiritualidade, pureza, liberdade... "Porque a Lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, te livrou da Lei do pecado e da morte" (Rm.8:2). Eis alguns trechos de Ciência e Saúde que falam da atividade do Espírito: “O Espírito fornece a ideia mental verdadeira” (p.467). “O Espírito transmite a compreensão que eleva a consciência e conduz a toda a verdade” (p.505). “Espírito, Deus, reúne em canais apropriados os pensamentos ainda não formados e desdobra esses pensamentos, assim como Ele abre as pétalas de um propósito sagrado, para que esse propósito possa aparecer” (p.506). “Aquilo que é real é sustentado pelo Espírito” (p.556).

O que Deus é? Deus é a Alma. O que a Alma faz pelo homem? Ela transmite o senso de nossa identidade verdadeira como filhos de Deus. A Alma se manifesta em criatividade, espontaneidade, beleza, ânimo, alegria... Ela vence e destrói todo desânimo. “A Alma tem recursos infinitos para abençoar a humanidade, e a felicidade seria alcançada mais facilmente e estaria mais segura em nosso poder, se a buscássemos na Alma” (p.60). “A influência ou ação da Alma confere uma liberdade que explica os fenômenos da improvisação e o fervor de lábios incultos” (p.89).

O que Deus é? Deus é o Princípio. O que o Princípio faz pelo homem? Ele cria o homem e o governa sob a lei da harmonia, da saúde, do suprimento... a lei do bem. O Princípio se manifesta em obediência, disciplina e equilíbrio no pensar e no agir. O Princípio corrige as supostas injustiças com a lei da Justiça, que garante todo o bem a todos, sem exceção. O Princípio divino nos corrige e nos mantém em harmonia. “...só esse Princípio divino reforma o pecador” (p.6).

O que Deus é? Deus é a Vida. O que a Vida faz pelo homem? Ela se manifesta em atividade produtiva, correta e abundante, que abençoa a todos. A Vida dissipa a crença na inação e destrói o medo da morte. “A Vida divina destrói a morte, a Verdade destrói o erro, e o Amor destrói o ódio” (p.339). Deus é a Vida, ou inteligência, que forma e preserva a individualidade e a identidade tanto dos animais como dos homens” (p.550).

O que Deus é? Deus é a Verdade. O que a Verdade faz pelo homem? A Verdade atua na consciência humana, expulsando todo erro do nosso pensamento. A Verdade se manifesta no homem na forma de honestidade e integridade. “A Verdade deveria expulsar, e de fato expulsa o erro para fora de todo o eu. A Verdade é uma espada de dois gumes, que protege e guia” (p.538). A Verdade aniquila “todo sentido de mal e toda capacidade de pecar” (p.540). “Que a Verdade ponha a descoberto o erro e o destrua do modo como Deus o destrói, e que a justiça humana imite a divina”(p.542). “A Verdade promove a ideia da Verdade, e não a crença na ilusão, ou no erro” (p.555). “A Verdade é afirmativa e confere harmonia” (p.418). "A Verdade liberta o homem" (p.225).

O que Deus é? Deus é o Amor. O que o Amor faz pelo homem? O Amor ama infinitamente e igualmente a cada um de nós. O Amor expulsa o medo de nosso pensamento. “No Amor não existe medo; antes, o perfeito Amor lança fora o medo” (1 João 4:18). O Amor cuida de nós, nos envolve com Seu poder e presença. “Revestido com a panóplia do Amor, estás ao abrigo do ódio humano” (p.571). O Amor “está por baixo, por cima e em volta de todo ser verdadeiro” (p.496).O Amor divino corrige e governa o homem” (p.6). “O Amor se reflete em amor” (p.17).O Amor nos inspira o caminho, ilumina-o, no-lo designa e nele nos guia… Espera tu pacientemente que o Amor divino paire sobre as águas da mente mortal e forme o conceito perfeito” (p.454). “O Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda necessidade humana” “…porque a toda a humanidade e a toda hora, o Amor divino propicia todo o bem” (p.494).

Todo esse processo de pensamento nos ajuda a compreender melhor a Deus e a entender as maravilhas que Ele faz por nós. Vale também lembrar que Deus é Todo-atuante, e o alcance de Sua ação é infinito. Sim, Deus nos abençoa infinitamente.

17 de julho de 2013

Você já agradeceu pela flor branca em seu jardim?


Certa vez, lembro-me de ter ouvido como anúncio de abertura de uma reunião de testemunhos da Ciência Cristã que quando damos um testemunho estamos compartilhando armas espirituais, armas de amor, que nos ajudam a enfrentar e vencer os desafios. Com esse mesmo espírito de amor, vou contar-lhes algo que uma amiga compartilhou comigo há muitos anos atrás.

Sua vida estava um caos. Ela era imigrante e morava em São Paulo, em um bairro pouco valorizado e considerado feio – faltava água, praticamente não tinha asfalto nas ruas e havia mato por toda parte. Ela se sentia muito triste com essa situação, triste com o rumo que sua vida estava tomando, e não conseguia ver uma saída.

Mas depois de um tempo, ela teve contato com uma praticista da Ciência Cristã e contou-lhe toda sua história. A praticista, em determinado momento da conversa, disse-lhe o seguinte: seja grata pela linda flor branca que você tem em seu jardim.

Minha amiga pensou: “Essa mulher deve estar louca! Eu só vejo mato da minha janela... tudo é muito feio.”

Voltou desiludida para casa. Mas, ao abrir a janela para arejar a casa, deparou-se com uma linda rosa branca em seu jardim. Ela ficou tão grata por aquele tesouro, que começou a arrumar tudo, sentiu-se feliz e dali em diante as coisas começaram a melhorar muito em sua vida. Ela tornou-se um membro ativo de uma igreja filial da Ciência Cristã, sendo querida e respeitada por todos.


Nessa época, eu era novata no estudo dessa Ciência. Quando ouvi esse testemunho, me calou profundamente o poder da gratidão. E essas armas de amor, como tesouros, ficaram em meu coração por algum tempo.

Todavia, com o passar dos anos, parecia que eu havia me esquecido dessa história. Foi então que, recentemente, passei por um desafio que me trouxe novamente à memória as armas de amor contidas nesse lindo testemunho. Eu estava muito chateada com algumas pessoas, e até cogitei me afastar delas. Mas aprendi na Ciência Cristã que os problemas têm de ser enfrentados e vencidos. O Hino número 18 de nosso Hinário nos diz em parte: “Cumprir teu dever é dar tudo, vencer”.

Puxa, eu sabia que tinha que vencer, não pessoas, mas o sentido material que me mostrava um quadro tão desarmonioso, um caos e, sobretudo, ingratidão. No começo, associei a ingratidão à aquelas pessoas. Mas depois, quando comecei a orar e a prestar atenção aos anjos, às mensagens que vinham de Deus, vi que era eu quem não estava manifestando gratidão.
No início foi difícil aceitar essa ideia. Mas então me veio ao pensamento: você já agradeceu pela flor branca em seu jardim?

Nesse momento, aquela flor branca passou a representar para mim a importância da gratidão. Dei-me conta de que eu tinha muito a agradecer pelas lições que havia aprendido com aquelas pessoas até então.

Mentalmente, comecei a enumerar as graças que tinha recebido por tê-las conhecido. Quando finalizei minha lista mental (não que essa lista tenha acabado, pois posso sempre contar novas graças) eu experimentei novamente a liberdade de amar a todos com pureza, sinceridade e desprendimento. Que maravilha!

Pude aprender com essa experiência que, embora um testemunho de cura pareça ter sido esquecido, para Deus não há esquecimento, pois como podemos ler no livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, “Não suponhas que um conceito mental qualquer se tenha perdido porque não pensas nele. O conceito verdadeiro nunca se perde.” (p. 87)

Como sou grata a todos que, com tanto amor, louvam a Deus através de seus testemunhos, nas reuniões de testemunhos, em todos os periódicos da Ciência Cristã, e em todos os meios de comunicação de que dispomos!


15 de julho de 2013

A Regra da Harmonia Perpétua



Acredita-se que a harmonia e a saúde sejam entremeadas por períodos de doença e desarmonia. Também acredita-se que, a partir de certa idade, a saúde e o vigor entrem em um processo de declínio.

Isso é o que muitas pessoas acreditam como sendo verdade. Mas o que é que Deus sabe sobre isso? Por acaso o Deus Todo-Harmonioso sofre períodos de desarmonia? Será que a passagem do tempo afeta de alguma maneira a harmonia de Deus? É claro que não. E como o homem é feito à imagem e semelhança de Deus, o que é verdade para Deus também é verdade para o homem. Como reflexo de Deus, o homem e a mulher têm o direito e o privilégio de desfrutar da harmonia plena, livre de doenças ou de declínio.

Na página 381 do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy escreve: “Exilemos a doença como a um proscrito e atenhamo-nos à regra da harmonia perpétua — a lei de Deus.” Estudando esse trecho podemos entender que a regra de Deus não é a suposta regra da harmonia intermitente, nem a falsa regra da harmonia declinante. Deus, com todo o Seu amor infinito por nós, estabeleceu a “regra da harmonia perpétua”, e essa é a “lei de Deus”, uma lei que nada nem ninguém pode revogar. Estamos todos sujeitos a essa lei da harmonia.

O trecho citado acima continua assim: “Assiste ao homem o direito moral de anular uma sentença injusta, sentença que jamais foi imposta pela autoridade divina.” Então, se parece que fomos sentenciados a ficar doentes, ou a envelhecer, temos “o direito moral de anular” essa “sentença injusta”, pois não estamos sujeitos às crenças do homens, erroneamente chamadas de leis. Estamos sujeitos unicamente a Deus e à Sua lei, ou seja, à regra da harmonia perpétua. Podemos confiar e nos regozijar nisso.

11 de julho de 2013

Conecte-se à Mente divina 24h/7dias em tempo real.

O Amor divino – o Pai-Mãe Deus infinito e universal – está sempre conectado contigo! Ele/Ela é @ melhor Amig@! 
Fiel parceiro e contato para todas as ocasiões na trajetória do bem, da cura e da libertação e da qualidade de vida!
Ele está sempre disponível, nunca está fora de área de cobertura ou fora de serviço!
É o único que nunca está ocupado, nunca ausente, não te bloqueia ou te exclui e sempre tem um tempinho para trocar uma ideia contigo! Uma Palavra de ternura e um alento suave de conforto espiritual – tudo o que você precisa a qualquer momento.
A conexão é gratuita e não precisa ter computador nem web é só abrir-se completamente à totalidade divina e descobrir a nulidade da matéria e do sentido material da vida.
Então: Abra teu coração e a tela de tua mente! Deixe o influxo do bem fluir em tua vida e abençoar a todos que estão ao teu redor! Sinta que existe uma unidade espiritual (conexão) entre você e o Princípio divino de teu ser que nunca cai ou se perde! 
Conecte-se ao bem! Experimente hoje mesmo em RTC (Real Time Clock) - em tempo real - no exato agora, ou em qualquer tempo….
Amig@, estás sempre abraçad@ no amplexo (infinito abraço) do Amor divino! 

Desse modo temos uma bela noção da unidade espiritual entre o homem e Deus. Nunca podemos estar separado da fonte de nosso ser, a Mente divina! Agradeça por essa união e mantenha-se conectado! Cristo Jesus nos deu a melhor dica: "Eu e o Pai somos um."

[Imagens da web]


7 de julho de 2013

Necessidade profissional suprida: o Cristo promoveu nosso encontro


Gosto de pensar na onisciência, onipotência e onipresença de Deus. Orar partindo dessas ideias me ajudou a superar um desafio que enfrentei em minha vida profissional. Sou autônomo e, em certo momento, precisei procurar novos clientes para me manter financeiramente. Mas antes dar os primeiros passos humanos e checar minha lista de clientes, voltei-me a Deus em oração, lembrando-me que Seu poder e Sua presença são muito maiores do que qualquer indicação ou pessoa influente.


Pensei: neste exato momento alguém precisa de meus serviços, e Deus, em Sua onisciência, sabe quem é essa pessoa, em Sua Onipresença sabe onde ela está, e em Sua Onipotência tem poder para proporcionar nosso encontro. Afinal, trata-se de dois filhos de Deus desejando algo bom: um deseja oferecer e outro receber um serviço. E Deus supre essas duas necessidades.

Lembrei-me de um trecho da Bíblia em Filipenses 2:13 que diz “Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade.” Logo em seguida, tive a ideia de visitar um estabelecimento comercial para mostrar fotos de meu trabalho e oferecer meus serviços. A pessoa ficou com meus cartões, mas não recebi nenhuma proposta concreta de trabalho.

Confesso que fiquei um pouco decepcionado, pois senti que Deus tinha me inspirado a buscar aquele lugar. Mesmo assim, continuei confiante que Deus supriria minhas necessidades. Naquela mesma noite, por indicação de uma antiga cliente, outra pessoa me ligou solicitando meus serviços já para o dia seguinte. Fiz o atendimento particular e ainda peguei o endereço de mais um cliente em potencial. Posso afirmar com gratidão que o Cristo promoveu nosso encontro e que minhas necessidades daquele momento foram completamente supridas.

Essa experiência me fez compreender que mesmo quando estamos aparentemente vulneráveis ou não vemos os resultados de nossas orações, Deus já está em ação atendendo às nossas necessidades, mesmo que não seja da forma que imaginamos. "Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles." (Mateus 18: 20)